Bebidas

Receita de smoothie de morango

Olá amigos. Eu sou o Marcus. Vocês devem se lembrar de mim de outros projetos internéticos como os blogs A Grande Abobora e Rio Grande Melhor em Tudo ou meu twitter.

Estou escrevendo aqui porque recentemente (uns dois meses atrás, risos) fui convidado a fazer parte do portal de internet que mais cresce no Brasil, aka Interbarney, juntamente com meua migo Roberto. Mas eu estava meio enrolado com a faculdade e só pude fazer minha primeira contribuição hoje.

E que contribuição, amigos! É o meu mundialmente famoso smoothie de morango, uma excelente pedida para este calor que nos avizinha. Então vamos aos ingredientes:

  • 6 morangos
  • Um pote de iogurte de morango (aproximadamente 170g)
  • Meia banana
  • Um copo de gelo

Misture tudo e bata no liquidificador. Atente para o vídeo abaixo, caso tenha perdido algum detalhe.


ABS e até a próxima.

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Acerto de contas

Acerto de contas: Requeijão Poços de Caldas

Não sou o Ronald, mas tô bolado há muito tempo. Ele sabe disso. É com imenso prazer que serei o porta-voz de uma geração no Acerto de Contas, nova trama que se desenrola neste diário virtual.

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“Boa tarde a todos os amigos da LeitBom (aliás, excelente nome),

É com um tremendo amargor em minh’alma que encaminho esta MISSIVA ao serviço de OUVIDORIA desta respeitável empresa. Desgosto maior, entretanto, vem me causando o REQUEIJÃO POÇOS DE CALDAS pelos últimos cinco anos da minha insignificante existência.

Ocorre, queridos amigos, que desde que o Requeijão Poços de Caldas adquiriu nova ~fórmula~ que ele não é mais o mesmo (óbvio). Para vocês, ele pode ter melhorado. Na margem de lucro? Talvez. Mas no que tange ao sabor? Óbvio que não. Para mim ele melhorou pra pior.

Vamos por partes.

Primeiramente, o novo Requeijão Poços de Caldas ostenta, como diz a nova embalagem, um altíssimo teor de CREMOSIDADE. A tal CREMOSIDADE obtida através da nova ~fórmula~ fez com que a ingestão do referido produto me remetesse à minha bela infância. Mais precisamente àquela papinha de MAIZENA que minha mamãe me servia antes de dormir.

“Mas isso seria bom, senhor”, você me responde. Eu te digo “não é não”.

Caso a CREMOGEMA genérica fosse melhor, eu não teria passado a jogá-la fora – escondido, claro – sempre que minha mamãe me servia. Nestas ocasiões eu aproveitava para deixar o prato na pia e SORRATEIRAMENTE me deliciar com colheradas do saborosíssimo ANTIGO Poços de Caldas. Este foi um dos motivos pelos quais minha mamãe deixou de me servir papa. Ela foi levada a acreditar que aquele composto de AMIDO DE MILHO me dava dor de barriga. Mal sabia. De qualquer sorte, se a comparação fosse com a Aveia Quaker (flocos grandes), aí já seriam outros quinhentos. Essa eu não dispensava não, meu amigo. Mas DIVAGO.

Ao segundo ponto, pois. Esta tentativa de obter nova CREMOSIDADE a partir da adição de compostos químicos para mim desconhecidos (você bem que poderia me dizer qual, eu sei que você sabe) também trouxe uma outra consequência desastrosa: o que restava de SABOR foi embora. Eu custo a acreditar que foi proposital. E também custo a acreditar que não foi. Porque… né? Vocês são foda.

E quando eu não imaginei que poderia ficar pior, vocês me ARRASTARAM ao fundo do poço. A lembrança guardada a cada requeijão comprado simplesmente CEASED TO EXIST. Imagine a frustração da sua PROLE ao adquirir um McLanche Feliz sem o WOLVERINE; ou um KinderOvo sem o CALHAMBEQUE de montar. Pois é assim que eu fico sem o copo de vidro do Poços de Caldas.

(e você não gostaria de servir água para a suas visitas num copo de extrato de tomate)

Aguardo providências imediatas, ou vocês terão o seu lugar na história como o maior fracasso já encabeçado por uma empresa de laticínios desde o lançamento do Toddynho sabor Napolitano.

Yours sincerely,

Roberto Almeida”

PS: Tremenda FRUSTRAÇÃO: não consegui enviar este e-mail. O SAC é uma bosta e não me deixou completar a TRANSAÇÃO. E agora? A quem eu reclamo sobre o SAC? Cadê o SAC do SAC? Quem vigia os vigilantes?Untitled-2 Morrerei tentando.

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Sanduíches

Hamburgers caseiros para dummies*

Eu nunca fui apaixonado por hamburgers.  Burger King, Bob’s, McDonald’s, apesar de gostosos, sempre foram tratados como uma refeição qualquer. Em minha última visita a São Paulo, em maio desse ano, resolvi experimentar dois dos que dizem ser os melhores hamburgers da cidade. A ideia de pagar mais de 30 reais por um hamburger não me era muito cara, afinal nunca imaginei que poderia valer isso tudo.

A partir da minha experiência com o Ritz e o Bombom Deluxe, entretanto, a minha concepção acerca dos hamburgers começou a mudar. Me decepcionei com o Bombom Deluxe, mas o Ritz Burger me fez crer que isso é um troço que deve ser levado a sério. Resolvi aprender como se faz e, depois de algumas rodadas de hamburgers, posso dizer que acertei a mão.

Com uma leve pesquisada no Google, é possível tu ver que existem inúmeras receitas de carne de hamburger. E te sendo bem sincero, elas não variam muito umas das outras. Então aí vai, sem muita enrolação, a receita que julgo a mais simples e mais gostosa de um belo hamburger caseiro:

A carne

Começando pela escolha da carne, vale a dica do caro Gravata: fraldinha. Patinho é carne magra, dura e sem gosto. A picanha de boa qualidade, mesmo depois de removida a capa de gordura, é bastante marmorizada, mas é cara e completamente dispensável para qualquer receita que não envolva brasa e sal grosso. Filé, apesar de macia, também é uma carne sem graça. A fraldinha é uma boa escolha.

Peça pro açougueiro limpar (bastante) 1,5kg  de fraldinha (quantidade ideal para 6 hamburgers médios) e passar no moedor só uma vez. O tempero básico para essa quantidade de carne é um saquinho de 65g de Sopa de Cebola (Maggi) e um ovo. Receitas interwebs a fora recomendam o Creme de Cebola. Minhas experiências anteriores dizem que o Creme de Cebola Knorr é um tanto quanto forte: impregna a carne, rouba muito o sabor e dá má digestão.

Peneire a Sopa de Cebola e dispense as “cebolinhas” que vem misturadas ao pó.  O ovo pode ser colocado numa xícara e batido levemente (movimentos circulares) com um garfo, até misturar clara e gema. Depois, mão na massa. É só misturar tudo até formar um troço bem homogêneo. A carne básica tá pronta: qualquer tempero, a partir daqui, vai da tua criatividade.

Para fazer os hamburgers propriamente ditos, tu podes utilizar forminhas, garrafa pet cortada ou simplesmente dois pratos. A última opção é a minha preferida, afinal tu podes variar o tamanho e espessura da carne de acordo com o teu gosto ou o tamanho do pão. Encha uma mão com carne e faça uma bola, prensando bastante. Em seguida, basta colocar a parada no centro de um prato e pressionar levemente a carne com o outro (de sobremesa). Recomendo que o prato seja liso (pra não deformar a carne) de vidro (pra que tu possa ver o tamanho que tá ficando).

Pronto, agora os bifes estão prontos e é só levar à frigideira ou grill. Deve ficar mais ou menos assim:

A carne pode ficar mal passada, ao ponto ou bem passada. Se tiver interesse em comer bem passada, basta fritar os hamburgers em fogo alto até o ponto em que eles param de sangrar. Com cuidado pra não queimar, claro. Particularmente, gosto do hamburger ao ponto: levemente torrado por fora, com o interior um pouco avermelhado.

Antes de passar pro sanduba – que é o que tu deve preparar primeiro, pra receber a carne em seguida, e agora eu percebo que meu post está cronologicamente comprometido – ainda há algumas coisas a serem resolvidas na frigideira/grill.

Se tu for usar queijo, é importante colocá-lo em cima das carnes e tampar. Em alguns minutinhos o troço tá todo derretido. Recomendo dois: cheddar e gorgonzola. Duas outras coisas podem ser acrescentadas: bacon ou pancetta. Já falei sobre a pancetta por aqui, ela é o grande segredo do Ritz.

O sanduba

Essa etapa é bem tranquila. Na banda inferior do pão, maionese ou Dijon. Na superior, uma camada de Heinz Chili Sauce. Pra quem curte salada, fatias finas de tomate e alface americana são uma boa ideia. Mas nada muito além disso, hamburger é comida de macho.

Quanto aos acompanhamentos: onion rings ou batatas fritas, já que não há a menor possibilidade de tu fazer um bolinho de arroz. Para temperar: ketchup e mostarda Heinz. Pra beber: Fanta Uva.

Um bom apetite, amigos. E até a próxima.

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*Este post foi publicado originalmente no meu blog, mas julguei pertinente compartilhar com o resto do mundo.
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Bolos e tortas

O melhor bolo de chocolate do mundo

Olá, amigos do fórum! Este é o post de estréia do Humor Tandela, o melhor blog de culinária de toda a internet. Eu sou o Roberto Almeida (@foradeorbita) e junto com o amigo Marcus Nunes (@grandeabobora) trabalharei para levar até você, amigo leitor, o melhor da culinária contemporânea.

Em primeiro lugar, gostaria de desejar um Feliz Natal. Considerem este post como uma lembrancinha por esta data tão significativa na cena gastronômica do ocidente!

Começaremos com uma receita clássica. Hoje é dia de ensinar ensinar vocês incompetentes a fazerem o melhor bolo de chocolate do mundo. Preparem os ingredientes que depois dos intervalos comerciais eu volto com o modo de preparo.

Vocês vão precisar de:

1 tesoura sem ponta

5 xícaras de trigo Dona Benta™ com fermento

1 ½ xícara de açúcar da marca de sua preferência

5 ovos de galinha

250g de margarina Delícia™ com sal

1 copo (daqueles de requeijão, lembra? ou equivalente) de leite líquido integral Parmalat™

1 colher de chá de fermento em pó químico Dr. Oetker™

1 ½ xícara de chocolate em pó Nestlé™ (50% de cacau)

1 lata de Leite Moça™ e quanto baste de chocolate

Minha dica especial de logística é a seguinte: deixe todos os ingredientes já medidos & selecionados, devidamente separados em recipientes limpos & agradáveis. Na medida em que tu conferes esta receita no teu Moleskine, todos os ingredientes já estarão devidamente organizados e o único trabalho será jogar tudo em sua devida ordem dentro da batedeira.

Uma outra dica importante diz respeito aos ovos. Para estes, separe dois recipientes. Em um tu irá quebrar o ovo e se certificar de que não está estragado. Se não estiver, coloque-o dentro do outro recipiente. Repita por cinco vezes. Isto é importante por um simples motivo, pensa comigo: se após juntar 4 ovos num recipiente tu quebras um quinto ovo PODRE dentro deste, acabas de perder os outros 4.

Ao modo de preparo, pois.

ATENÇÃO para dois pequenos detalhes: tu já podes ligar o forno em alguma temperatura indeterminada (sempre ligo no máximo) e tu vais precisar de uma batedeira de agora em diante.

Acrescente os ovos, a margarina e o açúcar na batedeira.  Pode bater por uns 8 minutos, até que se forme algo que lembra um sorvete de creme um pouquinho derretido. Quando a massa tiver nesse ponto, não precisa parar de bater não. Já pode colocar o trigo. Deixa a batedeira trabalhando enquanto tu dissolve duas colheres de chá de fermento em pó no leite líquido. Coloca a medida do leite num recipiente maior do que o copo, já que com o fermento ele tende a ganhar volume. Dissolvido o fermento, pode acrescentar esse leite à massa.

Se você quiser um bolo só de trigo, pode parar a receita por aqui. É só deixar bater por mais uns 5 a 10 minutos e pronto, tá pronta a massa. Se quiser bolo mesclado, retira uma parte da massa, coloca na forma, mistura a outra parte com chocolate, depois joga lá na forma denovo e tá pronto. Mas nosso objetivo é o bolo de chocolate, então sigamos.

Acrescenta o chocolate à receita. Tá pronto.

Antes de despejar a massa na forma, tens que untá-la. É só colocar um pouquinho de margarina e espalhar com a mão por toda a superfície da forma. Depois polvilha um pouco de trigo e vai balançando a forma até que ele se espalhe e “grude” na margarina que tu tinha colocado anteriormente. Depois de untada, é só acrescentar a massa e levar ao forno.

O tempo que leva pra assar eu não sei. Espera o bolo crescer e fura com um palitinho vez ou outra. Quando ele sair completamente seco é sinal de que o bolo tá pronto já. Para a cobertura, joga um brigadeiro básico por cima e o granulado também.

Amigos, o resultado é este:

Tenham todos um bom apetite. Até a próxima!

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